18 de jun. de 2009

Fique ligado

Caminhadas, Corridas, Treinos, Rapel, Escalada entre outros, fique ligado, em breve estaremos divulgando nossa agenda

Você sabe o que é ergonomia?

Conheça um pouco da ergonomia. www.otreino.com.br 18/06/2009 Mario Jorge de C.H.Borges Profissinonal de Educação Física CREF-18277G/RJ CONTRATAR PROFISSIONAL HABILITADO

A palavra Ergonomia traduz a união de duas palavras gregas: Ergos = Trabalho e Nomos = normas, regras ou leis.

ERGONOMICS RESEARCH SOCIETY – Inglaterra década de 50 “ Ergonomia é o estudo do elacionamento entre Homem e o seu trabalho, equipamento, ambiente e, particularmente, da aplicação dos conhecimentos de anatomia e fisiologia na solução dos problemas surgidos desse relacionamento.

MEISTER – 1998 Ergonomia é a ciência que objetiva adaptar o trabalho ao trabalhador e o produto ao usuário.

MONTMOLLIN, M.- A Ergonomia é a tecnologia das comunicações homem-máquina (1971).

GRANDJEAN, E. - A Ergonomia é uma ciência interdisciplinar. Elacompreende a fisiologia e a psicologia do trabalho, bem como a antropometria é a sociedade no trabalho. O objetivo prático da Ergonomia é a adaptação do posto de trabalho, dos intrumentos, das máquinas, dos horários, do meio ambiente às exigências do homem. A realizaçãode tais objetivos, ao nível industrial, propicia uma facilidade do trabalho e um rendimento do esforço humano (1968).

LEPLAT, J - A Ergonomia é uma tecnologia e não uma ciência, cujo objeto é a organização dos sistemas homens-máquina (1972).

MURREL, K.F. - A Ergonomia pode ser definida como o estudo científico das relações entre o homem e o seu ambiente de trabalho (1965).

SELF- A Ergonomia reúne os conhecimentos da fisiologia e psicologia, e das ciências vizinhas aplicadas ao trabalho humano, na perspectiva de uma melhor adaptação ao homem dos métodos, meios e ambientes de trabalho.

WISNER - A Ergonomia é o conjunto de conhecimentos científicos relativos ao homem e necessários a concepção de instrumentos, máquinas e dispositivos que possam ser utilizados com o máximo de confôrto e eficácia (1972).

A Ergonomia é considerada por alguns autores como ciência, enquanto geradora de conhecimentos.Outros autores a enquadram como tecnologia, por seu caráteer aplicativo, de transformação.Apesar das divergências conceituais, alguns aspectos são comuns as várias definições existentes: estudos ergonômicos;a aplicação dosa natureza multidisciplinar, o uso de conhecimentos de várias disciplinas;

  • o fundamento nas ciências;
  • o objeto: a concepção do trabalho
Princípios Fundamentais da intervenção Ergonômica:

A intervenção Ergonômica pode ocorrer de três formas: Ergonomia de concepção, Ergonomia de correção e Ergonomia de conscientização.

  • Ergonomia de Concepção:

É a intervenção na fase do projeto. Interfere amplamente no posto de trabalho, nos instrumentos, na máquina ou no sistema de produção, na organização do trabalho ou mesmo na formação de pessoal.

  • Ergonomia de Correção:

É a intervenção no posto de trabalho já instalado, na atividade realizada ou no trabalhador. Atua de maneira restrita, modificando elementos parciais do posto de trabalho e em seu usuário.

  • Ergonomia de Conscientização:

É a intervenção por meio de treinamento e reciclagem periódica dos trabalhadores. Serão enfocados meios seguros de trabalho, reconhecimento de fatores de risco e possíveis soluções a serem tomadas pelos próprios trabalhadores ou pelos próprios responsáveis.

Profissionais capacitados para exercer:

Somente os Profissionais de Educação Física, Fisioterapeutas e Médicos do Trabalho são capacitados e habili1tados por lei a trabalhar com ergonomia, realizar análises ergonômicas e dar laudos ergonômicos.
Regulamentação: Ministério do Trabalho e Emprego Legislação
Normas Regulamentadoras

NR 17 - Ergonomia (117.000-7)

17.1. Esta Norma Regulamentadora visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente.

17.1.1. As condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho, e à própria organização do trabalho.

17.1.2. Para avaliar a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, cabe ao empregador realizar a análise ergonômica do trabalho, devendo a mesma abordar, no mínimo, as condições de trabalho, conforme estabelecido nesta Norma Regulamentadora.

17.2. Levantamento, transporte e descarga individual de materiais.

17.2.1. Para efeito desta Norma Regulamentadora:

17.2.1.1. Transporte manual de cargas designa todo transporte no qual o peso da carga é suportado inteiramente por um só trabalhador, compreendendo o levantamento e a deposição da carga.

17.2.1.2. Transporte manual regular de cargas designa toda atividade realizada de maneira contínua ou que inclua, mesmo de forma descontínua, o transporte manual de cargas.

17.2.1.3. Trabalhador jovem designa todo trabalhador com idade inferior a 18 (dezoito) anos e maior de 14 (quatorze) anos.

17.2.2. Não deverá ser exigido nem admitido o transporte manual de cargas, por um trabalhador cujo peso seja suscetível de comprometer sua saúde ou sua segurança. (117.001-5 / I1)

17.2.3. Todo trabalhador designado para o transporte manual regular de cargas, que não as leves, deve receber treinamento ou instruções satisfatórias quanto aos métodos de trabalho que deverá utilizar, com vistas a salvaguardar sua saúde e prevenir acidentes. (117.002-3 / I2)

17.2.4. Com vistas a limitar ou facilitar o transporte manual de cargas, deverão ser usados meios técnicos apropriados.

17.2.5. Quando mulheres e trabalhadores jovens forem designados para o transporte manual de cargas, o peso máximo destas cargas deverá ser nitidamente inferior àquele admitido para os homens, para não comprometer a sua saúde ou a sua segurança. (117.003-1 / I1)

17.2.6. O transporte e a descarga de materiais feitos por impulsâo ou tração de vagonetes sobre trilhos, carros de mão ou qualquer outro aparelho mecânico deverão ser executados de forma que o esforço físico realizado pelo trabalhador seja compatível com sua capacidade de força e não comprometa a sua saúde ou a sua segurança. (117.004-0 / 11)

17.2.7. O trabalho de levantamento de material feito com equipamento mecânico de ação manual deverá ser executado de forma que o esforço físico realizado pelo trabalhador seja compatível com sua capacidade de força e não comprometa a sua saúde ou a sua segurança. (117.005-8/11)

17.3. Mobiliário dos postos de trabalho.

17.3.1. Sempre que o trabalho puder ser executado na posição sentada, o posto de trabalho deve ser planejado ou adaptado para esta posição. (117.006-6 / I1)

17.3.2. Para trabalho manual sentado ou que tenha de ser feito em pé, as bancadas, mesas, escrivaninhas e os painéis devem proporcionar ao trabalhador condições de boa postura, visualização e operação e devem atender aos seguintes requisitos mínimos:

a) ter altura e características da superfície de trabalho compatíveis com o tipo de atividade, com a distância requerida dos olhos ao campo de trabalho e com a altura do assento; (117.007-4 / I2)

b) ter área de trabalho de fácil alcance e visualização pelo trabalhador; (117.008-2 / I2)

c) ter características dimensionais que possibilitem posicionamento e movimentação adequados dos segmentos corporais. (117.009-0 /I2)

17.3.2.1. Para trabalho que necessite também da utilização dos pés, além dos requisitos estabelecidos no subitem

17.3.2, os pedais e demaiscomandos para acionamento pelos pés devem ter posicionamento e dimensões que possibilitem fácil alcance, bem como ângulos adequados entre as diversas partes do corpo do trabalhador, em função das características e peculiaridades do trabalho a ser executado. (117.010-4 / I2)

17.3.3. Os assentos utilizados nos postos de trabalho devem atender aos seguintes requisitos mínimos de conforto:

a) altura ajustável à estatura do trabalhador e à natureza da função exercida; (117.011-2 / I1)

b) características de pouca ou nenhuma conformação na base do assento; (117.012-0 / I1)

c) borda frontal arredondada; (117.013-9 / I1)

d) encosto com forma levemente adaptada ao corpo para proteção da região lombar. (117.014-7 / Il)

17.3.4. Para as atividades em que os trabalhos devam ser realizados sentados, a partir da análise ergonômica do trabalho, poderá ser exigido suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador. (117.015-5 / I1)

17.3.5. Para as atividades em que os trabalhos devam ser realizados de pé, devem ser colocados assentos para descanso em locais em que possam ser utilizados por todos os trabalhadores durante as pausas. (117.016-3 / I2)

17.4. Equipamentos dos postos de trabalho.

17.4.1. Todos os equipamentos que compõem um posto de trabalho devem estar adequados às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado.

17.4.2. Nas atividades que envolvam leitura de documentos para digitação, datilografia ou mecanografia deve:

a) ser fornecido suporte adequado para documentos que possa ser ajustado proporcionando boa postura, visualização e operação, evitando movimentação freqüente do pescoço e fadiga visual; (117.017-1 / I1)

b) ser utilizado documento de fácil legibilidade sempre que possível, sendo vedada a utilização do papel brilhante, ou de qualquer outro tipo que provoque ofuscamento. (117.018-0 / I1)

17.4.3. Os equipamentos utilizados no processamento eletrônico de dados com terminais de vídeo devem observar o seguinte:

a) condições de mobilidade suficientes para permitir o ajuste da tela do equipamento à iluminação do ambiente, protegendo-a contra reflexos, e proporcionar corretos ângulos de visibilidade ao trabalhador; (117.019-8 /I2)

b) o teclado deve ser independente e ter mobilidade, permitindo ao trabalhador ajustá-lo de acordo com as tarefas a serem executadas; (117.020-1/ I2)

c) a tela, o teclado e o suporte para documentos devem ser colocados de maneira que as distâncias olho-tela, olhoteclado e olho-documento sejam aproximadamente iguais; (117.021-0 /I2)

d) serem posicionados em superfícies de trabalho com altura ajustável. (117.022-8 / I2)

17.4.3.1. Quando os equipamentos de processamento eletrônico de dados com terminais de vídeo forem utilizados eventualmente poderão ser dispensadas as exigências previstas no subitem 17.4.3, observada a natureza das tarefas executadas e levando-se em conta a análise ergonômica do trabalho.

17.5. Condições ambientais de trabalho.

17.5.1. As condições ambientais de trabalho devem estar adequadas às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado.

17.5.2. Nos locais de trabalho onde são executadas atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constantes, tais como: salas de controle, laboratórios, escritórios, salas de desenvolvimento ou análise de projetos, dentre outros, são recomendadas as seguintes condiçôes de conforto:

a) níveis de ruído de acordo com o estabelecido na NBR 10152, norma brasileira registrada no INMETRO; (117.023-6 / I2)

b) índice de temperatura efetiva entre 20ºC (vinte) e 23ºC (vinte e três graus centígrados); (117.024-4 / I2)

c) velocidade do ar não superior a 0,75m/s; (117.025-2 / I2)

d) umidade relativa do ar não inferior a 40 (quarenta) por cento. (117.026-0 / I2)

17.5.2.1. Para as atividades que possuam as características definidas no subitem 17.5.2, mas não apresentam equivalência ou correlação com aquelas relacionadas na NBR 10152, o nível de ruído aceitável para efeito de conforto será de até 65 dB (A) e a curva de avaliação de ruído (NC) de valor não superior a 60 dB.

17.5.2.2. Os parâmetros previstos no subitem 17.5.2 devem ser medidos nos postos de trabalho, sendo os níveis de ruído determinados próximos à zona auditiva e as demais variáveis na altura do tórax do trabalhador.

17.5.3. Em todos os locais de trabalho deve haver iluminação adequada, natural ou artificial, geral ou suplementar, apropriada à natureza da atividade.

17.5.3.1. A iluminaçâo geral deve ser uniformemente distribuída e difusa.

17.5.3.2. A iluminação geral ou suplementar deve ser projetada e instalada de forma a evitar ofuscamento, reflexos incômodos, sombras e contrastes excessivos.

17.5.3.3. Os níveis mínimos de iluminamento a serem observados nos locais de trabalho são os valores de iluminâncias estabelecidos na NBR 5413, norma brasileira registrada no INMETRO. (117.027-9 / I2)

17.5.3.4. A medição dos níveis de iluminamento previstos no subitem 17.5.3.3 deve ser feita no campo de trabalho onde se realiza a tarefa visual, utilizando-se de luxímetro com fotocélula corrigida para a sensibilidade do olho humano e em função do ângulo de incidência. (117.028-7 / I2)

17.5.3.5. Quando não puder ser definido o campo de trabalho previsto no subitem 17.5.3.4, este será um plano horizontal a 0,75m (setenta e cinco centímetros) do piso.

17.6. Organização do trabalho.

17.6.1. A organização do trabalho deve ser adequada às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado.

17.6.2. A organização do trabalho, para efeito desta NR, deve levar em consideração, no mínimo:

a) as normas de produção;

b) o modo operatório;

c) a exigência de tempo;

d) a determinação do conteúdo de tempo; e) o ritmo de trabalho;

f) o conteúdo das tarefas.

17.6.3. Nas atividades que exijam sobrecarga muscular estática ou dinâmica do pescoço, ombros, dorso e membros superiores e inferiores, e a partir da análise ergonômica do trabalho, deve ser observado o seguinte:

para efeito de remuneração e vantagens de qualquer espécie deve levar em consideração as repercussões sobre:

a saúde dos trabalhadores; (117.029-5 / I3)

b) devem ser incluídas pausas para descanso; (117.030-9/ I3)

c) quando do retorno do trabalho, após qualquer tipo de afastamento igual ou superior a 15 (quinze) dias, a exigência de produção deverá permitir um retorno gradativo aos níveis de produção vigentes na época anterior ao afastamento. (117.031-7 / I3)

17.6.4. Nas atividades de processamento eletrônico de dados, deve-se, salvo o disposto em convenções e acordos coletivos de trabalho, observar o seguinte:

a) o empregador não deve promover qualquer sistema de avaliação dos trabalhadores envolvidos nas atividades de digitação, baseado no número individual de toques sobre o teclado, inclusive o automatizado, para efeito de remuneração e vantagens de qualquer espécie; (117.032-5)

b) o número máximo de toques reais exigidos pelo empregador não deve ser superior a 8 (oito) mil por hora trabalhada, sendo considerado toque real, para efeito desta NR, cada movimento de pressão sobre o teclado; (117.033-3 / I3)

c) o tempo efetivo de trabalho de entrada de dados não deve exceder o limite máximo de 5 (cinco) horas, sendo que, no período de tempo restante da jornada, o trabalhador poderá exercer outras atividades, observado o disposto no art. 468 da Consolidação das Leis do Trabalho, desde que não exijam movimentos repetitivos, nem esforço visual; (117.034-1 / I3)

d) nas atividades de entrada de dados deve haver, no mínimo, uma pausa de 10 (dez) minutos para cada 50 (cinqüenta) minutos trabalhados, não deduzidos da jornada normal de trabalho; (117.035-0 / I3)

e) quando do retorno ao trabalho, após qualquer tipo de afastamento igual ou superior a 15 (quinze) dias, a exigência de produção em relação ao número de tóques deverá ser iniciado em níveis inferiores do máximo estabelecido na alínea "b" e ser ampliada progressivamente. (117.036-8 / I3)

17 de jun. de 2009

- Portal da Saúde - www.Saude.gov.br - Saúde Mental

- Portal da Saúde - www.Saude.gov.br - Saúde Mental: "Política Nacional de Saúde Mental BREVE HISTÓRICO A internação de pessoas portadoras de transtornos mentais no Brasil remonta à metade do Século XIX. Desde então, atenção aos portadores de transtornos mentais foi quase sinônimo de internação em hospitais psiquiátricos especializados. Cabe ressaltar ainda que a oferta desse atendimento hospitalar concentrou-se nos centros de maior desenvolvimento econômico do país, deixando vastas regiões carentes de qualquer recurso de assistência em saúde mental. A partir dos anos 70, têm início experiências de transformação da assistção da assistência, pautadas no começo pela reforma intramuros das instituições psiquiátricas (comunidades terapêuticas) e mais tarde pela proposição de um modelo centrado na comunidade e substitutivo ao modelo do hospital especializado. Com a proclamação da Constituição, em 1988, cria-se o Sistema Único de Saúde (SUS) e são estabelecidas as condições institucionais para a implantação de novas políticas de saúde, entre as quais a de saúde mental. Consoante com diversas experiências de reforma da assistência psiquiátrica no mundo ocidental, e as recomendações da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) contidas na Carta de Caracas (1990), o Ministério da Saúde, a partir da década passada, define uma nova política de saúde mental que redireciona paulatinamente os recursos da assistência psiquiátrica para um modelo substitutivo de base comunitária. Incentiv"

Orar faz bem para o corpo | O POVO Online - Ciência & Saúde

Orar faz bem para o corpo A ciência já tem se interessado em pesquisar a importância da fé e da espiritualidade dos pacientes em tratamentos de algumas doenças. O tema tem inspirado várias pesquisas científicas e motivado a criação de disciplinas que consideram a religiosidade dos pacientes 13 Jun 2009 - 11h50min A cura fé tem inspirando várias pesquisas científicas e disciplinas em conceituadas universidades. “Milhares de estudos sérios confirmam o que intuitivamente sempre soubemos: essa força superior propicia melhorias no sistema imunológico, hábitos mais saudáveis, melhor qualidade de vida, mais satisfação com a vida”, diz a professora do departamento de Morfologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC), que coordena a disciplina Medicina e Espiritualidade desde 2004, Eliane Oliveira. Para ela, a fé é uma força superior em ação, que, muitas vezes, é desvinculada da religião institucionalizada. Além disso, Eliane destaca que a fé gera um enfrentamento mais eficaz das situações limites inerentes à vida humana, como as doenças graves e a morte. Conforme Eliane, dizer que a fé ajuda curar doenças ou mesmo que uma pessoa de fé tem mais força para lutar contra os problemas não é apenas mais uma crença. “Existem milhares de trabalhos científicos na área da espiritualidade evidenciando este fato. Pesquisas sérias em clínicas, hospitais e laboratórios mostram que a oração à distância produz efetivamente um resultado. Tanto em humanos como em não humanos"

16 de jun. de 2009

Programa “Exercício é Medicina” lançado nos Estados Unidos

Fonte: IHRSA Wellness Report – 07/11/2007 Os defensores da prescrição de exercícios ganharam um tremendo impulso com o lançamento do programa “Exercício é Medicina”, uma iniciativa conjunta da Associação Médica Americana (AMA) e do Colégio Americano de Medicina do Esporte (ACSM). Exercício é Medicina tem objetivos que reconhecem a importância da atividade física: 1. Criar maior consciência de que o exercício é realmente medicinal. 2. Tornar “nível de atividade física” uma questão vital e padrão nas consultas médicas. 3. Ajudar os médicos e outros profissionais de saúde a tornarem-se consistentes no aconselhamento e direcionamento de seus pacientes para atividades físicas. 4. Levar a mudanças nas políticas públicas e nos setores privados que suportem o aconselhamento e indicações de atividade física nos consultórios. 5. Produzir uma expectativa entre o público geral e os pacientes médicos de que seus planos de saúde deveriam e irão perguntar sobre e prescrever exercício. 6. Encorajar apropriadamente os médicos e outros profissionais de saúde a serem fisicamente ativos também. Em uma coletiva de imprensa, Robert E. Sallis, presidente do ACSM, expressou sua esperança de que Exercício é Medicina irá “unir a indústria de fitness com a de saúde definitivamente”. “Nós já aconselhamos contra o cigarro; recomendar exercício não deveria ser diferente”, acrescentou o Dr. Sallis. “Os médicos podem apoiar o programa recomendando atividade física e oferecendo aos pacientes material educativo. O exercício pode ter um tremendo impacto na saúde dos pacientes”. “Se nós tivéssemos uma pílula que contivesse todos os benefícios da atividade física, seria a droga mais largamente receitada no mundo”, disse Ronald M. Davis, presidente da AMA.

Pirâmide dos exercícios

Fonte:Revita IstoÉ Pesquisadores americanos criam esquema mostrando a ordem ideal para a realização das atividades físicas. Encorajar as pessoas a praticar uma atividade física é algo que exige criatividade. Uma equipe de professores da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, deu sua parcela de contribuição nesse sentido. Eles criaram uma pirâmide com a hierarquia das atividades físicas ideais para serem realizadas. A "Pirâmide das Minhas Atividades", como foi batizada, trabalha com proporções. Os degraus vão subindo conforme a quantidade de tempo recomendada para cada atividade, de modo que a inércia - que fica no topo - mereça um espaço mínimo na vida das pessoas. Na base estão ações que devem ser realizadas com a maior frequência possível, como caminhar, andar de bicicleta e fazer trabalhos domésticos. "Um pouquinho que seja de atividade física já é melhor do que nada", disse à ISTOÉ o americano Stephen Ball, especialista em fisiologia do exercício e um dos criadores do esquema. No segundo degrau vêm os exercícios aeróbicos. E, mais acima, o fortalecimento dos músculos e o alongamento. A pirâmide feita em Missouri não é a primeira do gênero, mas é a única que condensa as recomendações das Diretrizes de Atividades Físicas para os Americanos, divulgadas no ano passado pelo Departamento de Saúde do governo dos Estados Unidos com o objetivo de combater o sedentarismo. Sua finalidade é passar a mensagem de que a atividade física deve ser um estilo de vida. "As pessoas podem começar pela base", recomenda Ball. Está assistindo à televisão? Esqueça o controle remoto e levante-se para mudar de canal. A casa necessita reparos? Faça você mesmo! Precisa fazer compras? Vá a pé e carregue as sacolas. Qualquer contração muscular eleva o gasto energético em relação ao repouso, melhorando o desempenho do corpo. "Dar no mínimo dez mil passos por dia, somando todos os deslocamentos da manhã até a noite, já traz benefício", avalia Stella Torreão, professora de educação física, do Rio de Janeiro. A roteirista de televisão Claudia Thevenet, 38 anos, oscila entre as seções da pirâmide, procurando incorporar o máximo de atividades físicas ao seu cotidiano: "Sempre que posso vou aos lugares andando, e nunca uso elevador no meu prédio." Além disso, pratica uma hora e meia de natação ou corrida diariamente. A pirâmide sugere um tempo mínimo por semana para os exercícios aeróbicos: duas horas e meia de atividades de intensidade moderada (como caminhadas em passo mais acelerado, hidroginástica ou dança de salão) ou uma hora e 15 minutos de exercícios mais puxados (como natação, corrida ou ginástica aeróbica). Eles podem ser divididos ao longo dos dias, em sessões de pelo menos dez minutos. O treinamento provoca alterações no sistema cardiovascular que reduzem os riscos de infarto e acidente vascular cerebral. "Ele melhora a capacidade de contração do músculo cardíaco e aumenta o número de vasos capilares que levam oxigênio para as células", explica o cardiologista João Olyntho, do Comitê Olímpico Brasileiro. Os exercícios de fortalecimento muscular, segundo a pirâmide, demandam menos tempo, embora também sejam importantes. "O condicionamento dos músculos melhora o equilíbrio e a força", diz Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. O modelo americano sugere a prática pelo menos duas vezes por semana, de uma ou duas séries de exercícios - como flexão de braços, abdominal e levantamento de peso - trabalhando diferentes grupos musculares. O advogado Eduardo Leão Salles, 54 anos, segue a recomendação: intercala a prática de tênis com a musculação. "Com a idade, percebi que era necessário fortalecer Socieos músculos para não sofrer lesões", conta. Os exercícios de flexibilidade, como alongamento, também diminuem os riscos de danos às articulações e aos músculos. A pirâmide sugere sessões mínimas de dez minutos, ao menos duas vezes por semana. No alto está a inatividade.

"Personal diet" ensina a comer bem e com mais saúde

Fonte: G1 Nutricionista acompanha de perto a dieta de uma família. Recomendações são individuais e vigilância constante surte resultado. Quer perder aquela barriguinha de cerveja? Entrar naquele vestido novo? Mas não tem tempo para ir à academia, o jeito é recorrer a um personal diet. Trata-se de um nutricionista que acompanha de perto a dieta de uma pessoa ou de uma família inteira, assim como faz o personal trainer. O profissional atende na clínica ou vai na casa do paciente-cliente. O objetivo é mostrar o caminho correto para a reeducação alimentar. Além de mostrar instruções sobre cardápios adequados e os valores nutricionais dos alimentos, o personal diet também ensina a fazer listas de compras, a armazenar os alimentos de maneira correta em casa, a entender os rótulos dos produtos, a organizar a geladeira e até pode fazer uma blitz na dispensa. A nutricionista Madalena Vallinoti disse que os resultados obtidos pelas pessoas que procuram um atendimento individualizado são mais eficientes. "Adequar a consulta de acordo com a rotina de cada um. A maior dificuldade das pessoas é conseguir ter uma alimentação correta em casa e no trabalho. Muitas delas não sabem como comprar a comida para preparar em casa." A presença do personal diet na rotina do paciente é uma maneira de mudar os maus hábitos alimentares dela. "As pessoas querem fazer dieta, mas não conseguem fazer isso sozinhas, no cotidiano familiar. Quando se faz isso em conjunto, as melhorias são mais evidentes e rápidas. Por isso não é raro o caso em que toda a família consulta um personal diet", disse Madalena. "Atualmente, a rotina das pessoas não permite ter tempo para cozinhar. Aí é que entra o papel da funcionária que cada família tem casa. Uma cozinheira profissional, por exemplo, já tem seus hábitos no preparo dos pratos, mas muitas vezes não faz um prato nutritivo. Quando sou acionada para isso, eu ensino a empregada a fazer pratos mais corretos e ricos em termos de nutrientes", afirmou a personal diet. Solidariedade familiar Este é o caso da pedagoga Sandra Bella Martini, 45 anos, que usa o atendimento de um personal diet desde 2001. "A minha família sempre gostou de atividades físicas e queria ter uma alimentação mais saudável. Nenhum de nós teve um peso muito acima do ideal, mas o meu marido, por exemplo, queria perder aquela barriguinha de cerveja." Sandra, que é casada com o bancário Matheus Oliveira, 46 anos, disse que os bons hábitos alimentares da família facilitaram a contratação de um personal diet. "Não foi difícil trazer meus dois filhos para o acompanhamento nutricional. O Daniel (23 anos) já era esportista, por isso, foi rápido ter a consciência de melhorar a alimentação. A Priscila (20 anos) era chocólatra e precisa de mais vigilância", disse a pedagoga. Neocy Oliveira, 51 anos, que trabalha na casa de Sandra, também recebeu assessoria da personal diet Madalena. "Eu sempre cozinhei bem, mas percebi que usava óleo demais. Hoje, levo para casa muitas das dicas que ela me passou, além de ajudar na dieta da família." Amigos e fim de semana A disciplina para seguir as "ordens" do personal diet precisa ser grande. "Teve uma vez que eu e meu marido fomos comer uma pizza com amigos. Quando vi no cardápio que eles faziam massa com farinha integral, não pensei duas vezes e escolhi essa. Todos na mesa ficaram olhando para mim, com cara de espanto", disse Sandra. Em outra situação, ela estava na casa de uma amiga, que a convidou para jantar. "Ela foi grelhar um bife na frigideira com óleo, mas eu a impedi e disse que ela poderia usar um pouco de água que daria no mesmo. Ela quase gritou comigo. Acho que nossos amigos nos acham um pouco chatos, mas gostam da gente assim mesmo", afirmou a pedagoga. Cardápio caseiro Madalena Vallinoti disse que procura ensinar os pacientes a cozinhar de maneira econômica em termos financeiros, mas rico em termos nutricionais. "Gosto de passar receitas em que as famílias possam usar as sobras das comidas da semana ou do dia anterior para elaborar um novo prato. São receitas simples e saborosas". Ela também indica cardápios diários, semanais, individualizados ou não, e até para datas comemorativas, como aniversários e festas de fim de ano. "Acabo virando uma amiga das pessoas e das famílias. É inevitável que se acabe tendo uma certa intimidade com meus pacientes. Mas fico feliz quando vejos os resultados", afirmou Madalena. Mesmo com tamanha intimidade, a personal diet disse que não tem por hábito fazer blitz na dispensa e na geladeira dos pacientes. "É uma questão de ética. Só faço isso se o paciente pedir." Sandra autorizou que Madalena fizesse um pente-fino em seu armário e levou uma bronca por ter um bolo de chocolate industrializado e algumas barras de chocolate. "Fui pega de surpresa", brincou. Preço personalizado Madalena Vallinoti disse que o preço das consultas variam de acordo com a necessidade de cada pessoa. No consultório, cada atendimento pode custar, em média, até R$ 200 cada. "São necessárias seis consultas para a primeira etapa". Na casa do paciente, a consulta pode chegar a R$ 400 para uma pessoa. Se o atendimento, em domicílio, incluir outra pessoa, o personal diet cobra o equivalente ao preço da consulta individual no consultório. Para quem quer dar a mesma assessoria para a empregada doméstica, Madalena recomenda que seja feito um atendimento específico.

Exercícios físicos revertem envelhecimento

Fonte: Correio do Brasil / Saúde Os benefícios de duas idas semanais à academia de ginástica incluem não somente músculos mais fortes, mas também músculos mais jovens, segundo uma pesquisa canadense publicada pela revista científica PLoS One. Os estudos com pessoas de mais de 65 anos mostram que treinamentos regulares de resistência parecem reverter os sinais de envelhecimento nos músculos. As análises de tecidos musculares mostraram que, após exercícios, o maquinário molecular que move as células musculares se torna tão ativo quanto o de pessoas de 20 anos. Cerca de 25 adultos saudáveis com mais de 65 anos foram submetidos a sessões de uma hora de treinamentos, duas vezes por semana, durante seis meses. Os resultados do levantamento foram comparados aos de participantes com idades entre 20 e 35 anos. Antes das sessões, os mais velhos eram 59% mais fracos que os jovens. Após treinamento com equipamentos tradicionais de ginástica e um programa de 30 contrações de cada grupo muscular, entretanto, os mais velhos estavam apenas 38% mais fracos. Os pesquisadores também observaram amostras dos tecidos musculares para verificar as mudanças nas mitocôndrias, organismo celular responsável pela geração de energia. Estudos anteriores sugeriram que uma disfunção mitocondrial estaria envolvida na perda de massa e função musculares usualmente verificada em pessoas mais velhas, mas os pesquisadores canadenses queriam verificar especificamente a atividade genética na mitocôndria. Os resultados mostraram que a geração de proteínas funcionais pelos genes caía com a idade, mas os exercícios resultaram na reversão desse mecanismo de volta a níveis semelhantes aos vistos em adultos jovens. Simon Melov, um dos coordenadores da pesquisa na Universidade McMaster, em Ontario, se disse surpreso pelos resultados do estudo. “A pesquisa dá credibilidade ao valor dos exercícios físicos, não somente como forma de melhorar a saúde, mas também de reverter o próprio processo de envelhecimento, o que é um incentivo adicional à atividade física para pessoas mais velhas”, Melov.

Atividade física pode evitar 260 mil mortes/ano

Fonte: O Povo.com.br em 05 Abr 2009 As 260 mil mortes anuais no País são por câncer, doença coronariana crônica e enfermidades cardiovasculares. O ministro da Saúde lançou ontem no Rio o Plano Nacional de Atividades Físicas, destinado a tentar reduzir esse número. Se toda a população brasileira fizesse 30 minutos de atividade física regular, cinco vezes por semana, e mudasse o padrão alimentar, poderiam ser evitadas 260 mil mortes por ano de causas como câncer, doença coronariana crônica e enfermidades cardiovasculares. A conta é do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, com base em dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Temporão lançou ontem no Rio o Plano Nacional de Atividades Físicas, em parceria com o Ministério dos Esportes. A ideia é incentivar exercícios e atividades físicas em praças e espaços públicos das cidades. Hoje, 450 municípios recebem recursos do Ministério da Saúde para difundir essas práticas: R$ 25 milhões ao todo. A intenção é chegar a mil municípios até 2011. “O principal problema de saúde pública são as doenças crônicas. O brasileiro morre principalmente de doença cardiovascular, enfarte agudo do miocárdio, das complicações decorrentes do diabetes, da hipertensão e de câncer. Existe uma relação muito íntima entre estilo de vida, realização de atividade física, padrão de alimentação e essas doenças”, afirmou o ministro. Ele também pediu a colaboração de empresas privadas para incentivar a atividade física entre seus funcionários. Lembrou que não está propondo que as pessoas “virem atletas”, mas que façam algum tipo de atividade. E provocou risos e ganhou aplausos ao incluir o sexo entre os exercícios que fazem bem à saúde. “Atividade física pode se dar de várias maneiras. (...) Uma simples caminhada (...), correr atrás do neto, para quem tem neto. Fazer sexo é uma atividade boa para a saúde. Sempre com proteção”, ressaltou. E depois completou: “Fazer sexo também faz bem. Gasta caloria e faz bem para saúde”. O ministro comentou o resultado da pesquisa que mostrou que cresceu a parcela da população que faz atividade física, de 14,9% em 2006 para 16,4% em 2008. “É uma boa sinalização, mas não é o suficiente. Temos de construir uma nova consciência sobre a importância da atividade física”. Temporão não se surpreendeu com o fato de capitais como Rio de Janeiro e São Paulo terem apresentado porcentual pequeno de adultos que se exercitam (15,9% e 12,1%, respectivamente) e a campeã da atividade física ser Palmas (Tocantins), com 21,5%. A introdução de novos hábitos, a Internet, a tevê, o vídeo, o aumento do consumo de produtos industrializados, fáceis de fazer, estariam entre os “vilões”, segundo o ministro. “É só botar no microondas e apertar um botão”, disse. A campanha foi lançada no Rio. Houve apresentação de danças, aulas de aeróbica, e um jogo de futebol que reuniu jogadores veteranos dos anos 70, como Jairzinho, e atores. (das agências de notícias)

Tendinite é o mesmo que tendinopatia?

Fonte:Web Run por Dr. Neto Muitas pessoas têm dúvida sobre tendinite e tendinopatia. Normalmente a pergunta mais freqüente é se os dois são a mesma coisa. Vamos por partes. Os tendões do corpo humano são faixas de tecido conjuntivo compostas por colágeno em sua maior parte, com baixo suprimento sangüíneo e difícil cicatrização, que fazem a conexão entre os músculos e os ossos, responsáveis pelo movimento de nossos membros. A conexão tendão-osso recebe o nome de entésio, e as doenças que afetam esta região são denominadas de entesopatias. O tendão é o componente principal do conjunto músculo-tendão-osso, sendo um tecido freqüentemente acometido por um grupo de sinais e sintomas que envolvem dor crônica (mais de três semanas) com piora progressiva, inchaço, aumento de espessura, redução da mobilidade, que melhora após o aquecimento, diminuição da força de impulso, calcificações e eventualmente ruptura tendínea. Esta síndrome é chamada de tendinopatia pela literatura médica atual, ao invés de “tendinite”, termo tradicionalmente utilizado de forma errônea na prática clínica para diagnosticar a dor crônica no tendão. O termo “tendinite” implica na formação de um processo inflamatório responsável pelo surgimento da dor, porém, as evidências do estudo microscópico e bioquímico do tendão apontam para a presença de uma lesão no corpo do tendão descrita como “tendinose”. Não podemos excluir a ocorrência da inflamação durante os estágios iniciais desta doença, porém, a literatura atual reserva o termo “tendinite” para processos inflamatórios agudos envolvendo a bainha tendínea (membrana que envolve o tendão), enquanto que tendinopatia é o termo mais adequado para descrever quadros de dor crônica nos tendões, acompanhada dos sinais e sintomas já descritos anteriormente. Principais causas -Todos os seres humanos começam a apresentar uma redução de elasticidade de seus tecidos a partir dos 25 anos de idade, porém, esta perda começa a se acentuar durante a quarta década de vida (31 a 40 anos). Portanto exercícios de alongamento realizados diariamente auxiliam na manutenção da flexibilidade do sistema músculo-esquelético e na prevenção de tendinopatias. Diversos fatores são predisponentes a esta condição, incluindo os fatores intrínsecos (relacionados ao atleta) como alterações biomecânicas (ex.: pés cavos ou planos), desalinhamento e/ou discrepância do comprimento de membros inferiores, hipermobilidade articular e déficit de alongamento e/ou fortalecimento muscular. Os fatores extrínsecos (relacionados ao meio ambiente) envolvem erros de treinamento (aumento indevido de volume, frequência, intensidade), deficiências técnicas, uso de tênis inadequado e superfície desfavorável para a corrida. O diagnóstico das tendinopatias é fundamentalmente clínico, pois os exames de imagem podem detectar alterações anatômicas proporcionais às suas condições técnicas, mas que muitas vezes apresentam apenas limitada correlação com o quadro clínico do paciente. Seu tratamento envolve diversos aspectos e pode ser bastante trabalhoso e demorado: repouso relativo com ênfase em atividades aeróbicas alternativas à corrida, medicação analgésica e/ou antiinflamatória, medidas fisioterápicas para redução da dor e ganho de amplitude de movimento do local, exercícios de alongamento e programas de fortalecimento muscular normalmente são recomendados.

Brasileiro morre menos do coração, mas a redução foi nas regiões mais ricas

Publicado em: 02/04/2009 Fonte: Agência Fiocruz de Notícia As mortes por doenças cardiovasculares diminuíram no país. No entanto, são esperados aumentos graduais das taxas nas próximas décadas, o que indica a necessidade de implementação de políticas públicas no sentido da prevenção destas doenças. Tais questões são apontadas em artigo publicado na última edição da Revista Panamericana de Salud Pública por pesquisadores do Rio de Janeiro. Para eles, embora esta diminuição de doenças ligadas ao aparelho cardiovacular seja um fenômeno já documentado em países desenvolvidos, as tendências ainda não estão esclarecidas nos países em desenvolvimento. Cintia Curioni (Instituto de Medicina Social da Uerj), Renato Veras (Universidade da Terceira Idade da Uerj), Charles André (Faculdade de Medicina da UFRJ) e Cynthia Cunha (Fiocruz) explicam que “descreveram as tendências da mortalidade cardiovascular no Brasil ao longo de 24 anos e investigaram as diferenças de acordo com os grupos de doenças, região sociopolítica, gênero e idade”. Para isto, fizeram um levantamento de dados oficiais, entre outros, sobre mortalidade e estimativa populacional entre os anos de 1980 e 2003. De acordo com o texto, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares decresceram, no período investigado, de 287,3 para 161,9 por 10 mil habitantes, com decréscimo anual médio de 3,9%. Além disso, houve redução da taxa de mortalidade em todos os grupos de doença, faixas etárias e regiões, sendo que o derrame foi o evento que apresentou o maior declínio: “de 95,2 para 52,6 por 10 mil habitantes (média de 4,0% ao ano), seguido pela doença coronariana, de 80,3 para 49,2 por 10 mil habitantes (3,6% ao ano)”. Os pesquisadores atribuem as modificações ao aumento dos índices de desenvolvimento social no país, mas alertam que “a diminuição foi especialmente marcada nas regiões mais desenvolvidas”.

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