28 de mai. de 2010

Pratica de Triatlo atrai mulheres por causa da forma física

Fonte: Gazeta do Povo


 
Elas correspondem a apenas 17% dos atletas que participam da 22.ª edição do Sesc Triathlon caiobá,  aos poucos, as mulheres aumentam a presença em uma das principais competições do triatlo na­­cional.

“Já foi bem pior. Na minha estreia, no Paraná havia uma ou duas garotas, além de mim, treinando para as provas”, conta a sócia da BPM, Vanessa Ca­­brini, que neste ano disputa a categoria prin­­­­cipal, em sua 16.ª participação.

Ao todo, em 2010 Vanessa é uma das 120 mulheres no Sesc Triathlon a fazer as provas de natação, ciclismo e corrida, em um total de 714 triatletas, número recorde do evento.

As mulheres ainda não descobriram o esporte de fato. No profissional, só agora surge uma nova geração pós-Sandra Soldan e Mariana Ohata. No amador, as mulheres ainda vão descobrir que é um esporte que deixa o corpo bonito, modelado com equilíbrio”, diz a atleta.

O “corpão” é um dos resultados que a empresária Ângela Ma­­ria Kuroski Kusma, 45 anos, co­­memora com a prática conjunta dos três esportes. Domingo, participa pela primeira vez do Sesc Triathlon. “Estou na fase do frio na barriga”, fala. Mais do que a boa forma, ela exalta ser exemplo para outras mulheres. “Co­­mecei há dois anos, trouxe amigas. Brinco que sou mãe adotiva delas.”

Ela conta que o marido não demonstra muito, mas sabe que ele se orgulha da esposa triatleta. Diferente do que acontece com a fonoaudióloga Kátia Parreira, de 33 anos, e com a advogada Ya­­ni­­na Huck, de 30. Elas têm marido e namorado, respectivamente, também triatletas que as in­­cen­­tivam constantemente. “Isso fa­­cilita bastante o treino”, diz Ya­­nina, que se rendeu ao triatlo há seis anos, quando recebeu o convite de um professor da academia para fazer treinos de ci­­clismo. “Gosto do fato de fazer treinos ao ar livre. E de poder diversificar. Se um dia não estou com tanta vontade de correr, posso ir para a natação”, fala.

Kátia e o marido, o professor de natação Marcos Parreira, dividem as tarefas e os horários de cuidar da filha Carolina, de 3 anos. “Com o incentivo dele, re­­solvi estrear neste ano. Ele co­­meça o treino de madrugada pa­­ra eu treinar de manhã e a Carol fica com o pai”, conta a fo­­noaudióloga, que desde a infância praticou – e competiu – natação.

Cada vez mais presentes nas competições, elas destacam os benefícios estéticos aos praticantes da modalidade.

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